sexta-feira, 9 de março de 2012

PESQUISA SÓCIO ECONÔMICA CULTURAL COM PAIS DE ALUNOS DOS 6º ANOS DO EF - PERÍODO DA TARDE

E.E.MÉXICO
SOCIO ECONOMICA CULTURAL – PAIS DE ALUNOS
A pesquisa com quatorze questões sócio-econômico-culturais realizada com pais de alunos do 6º ano do ensino fundamental do período da tarde, foi anexada à outra pesquisa sobre violência e indisciplina escolar e distribuída aos próprios alunos em sala de aula nos dias 1º e dia 2 de março para que levassem para casa, devendo ser devolvidas pelos pais  na reunião de pais e mestres ocorrida no dia três de março, sábado, das 9 às 10 h. Dentre outras informações apresentadas aos pais na reunião, esclarecemos os objetivos das pesquisas e agradecemos a participação dos 88 questionários devolvidos. Inicialmente o objetivo era atingir vinte pais de alunos em cada uma das cinco salas de 6º anos, sendo separados por gênero, por grupo de dez pais de alunos e dez pais de alunas, totalizando 100 questionários. Apenas 88 responderam ou trouxeram de casa. Acreditamos que este recorte represente o universo dos alunos do ensino fundamental como um todo do período fundamental devido ao fato da demanda inicial de alunos nesta unidade escolar ser proveniente da mesma escola parceira, E. E. Prof. José Baptista Rios Castelões, há mais de uma década.
Iniciamos a pesquisa perguntando, na questão 1, a faixa etária a que pertencem os pais ou responsáveis do/a aluno/a e observamos que 57%, a maioria dos pais deste segmento, portanto, é formado por pais com idade entre 30 a 40 anos de idade. 24% entre 20 a 30 anos de idade, apenas 16% são pais mais maduros. Na faixa entre 40 a 50 anos de idade. Apenas um questionário foi devolvido tendo assinalado acima de 60 anos de idade.
Quanto à faixa de rendimento bruto mensal da família (questão 2) o maior número de pais, 46%, responderam  entre R$ 500,00 e R$ 1.500,00, pouco mais de dois salários mínimos aproximadamente. 25% situam-se entre R$ 1.500 e R$ 2.500,00, 15% afirmam receber até R$ 500,00. Esta faixa constatou-se tratar de  famílias de pais mais jovens, entre 20 e 30 anos de idade. Apenas uma pequena minoria de 9% situa-se na faixa entre R$2.500,00 e R$3.500,00 reais. Apenas um questionário respondeu entre R%3.500,00 e R$ 4.500,00 reais. 5% não responderam.
Ainda com relação aos dados sócio econômicos, quanto à profissão dos pais (questão 3), verificou-se uma grande variedade de ocupações, com destaque para o setor do comércio, 27% e a ocupação de diarista/empregada doméstica, com 23%, seguido pela indústria, 14%, autônomo, 11%, profissional liberal, 5%, servidor público, 1%. A maior faixa de respostas – 32% - assinalaram “outros”, ou seja, não se identificaram com nenhuma categoria acima.
Quanto ao turno de trabalho realizado pelos pais (questão 4),a esmagadora maioria, 81%, afirmou trabalhar no período diurno em tempo integral. Apena 10% trabalham meio período, 7% no período noturno, 8% assinalou outros  e 2% não responderam.
A seguir foram feitas questões sobre hábitos culturais e de lazer com o intuito de mapear minimamente o uso que se faz do tempo livre pelos pais. Como se sabe, tais hábitos exercem influência sobre a formação cultural dos alunos. Na questão 5, afirmaram os pais, dentre as atividades que alegam realizar em casa, 91% afirmam utilizar o tempo livre para arrumar a casa, 85%, afirmam conversar com os filhos, 76%, assistir televisão, esse dado é muito importante para se refletir sobre a importância da mídia televisiva como fonte de informação e como fator de formação dos hábitos de consumo e atitudes, veiculados principalmente pelos intervalos comerciais e pelas telenovelas. 65% alegam, ouvir música,  64% afirmam lavar ou passar roupas,   50% dizem brincar com os filhos, 36% descansar, apenas 25% afirmam utilizar o tempo livre para ler. 
Questionados (questão 6) sobre os lugares onde os pais mais passeiam com a família, a opção por casa de familiares  é disparadamente a opção da grande maioria dos pais com 77% da preferência. Em segundo lugar encontra-se a visita aos shopping Center, com 60% das opções, 49% assinalaram ainda, Igreja/Templo, 35% assinalaram que passeiam em parques públicos, 26% vão ao cinema, 13% frequentam clubes poliesportivos como o SESC, 9%, visitam praças públicas e apenas 3% assinalaram visitar centros históricos e 2% casas de cultura.
Sobre o tipo de música (questão 7) que os pais mais gostam e ouvem com frequência, em primeiríssimo lugar, 58%, dizem ouvir musica sertaneja, 41% ouvem pagode, 38% ouvem música popular brasileira, 35% ouvem samba, 24%, ouvem forró, 18%, pop internacional, apenas 7% escutam música clássica e outros 7%, ouvem funk,  6%, rap, 24% assinalaram ouvir outros ritmos. Suspeitamos, pelas anotações que fizeram nos questionários, se tratar de música gospel.
Quanto aos cantores ou músicos mais conhecidos e ouvidos, (questão 8)os pais assinalaram em primeiríssimo lugar, com 85%, Roberto Carlos, em segundo lugar, com 74% Ivete Sangalo. Em terceiro lugar, com 67%, o hit do momento, Michel Teló, seguido de Edson e Hudson, com 64%. Com 56%, banda Calypso, 51%, Jorge Benjor, 48%, Gilberto Gil, 44%, Elba ramalho, 39%, Chiclete com banana, 25% Beatles, 15% Mano Brown, 14%, Adoniram Barbosa, 13% Pixinguinha, 12%, Beethoven, 1% Vivaldi. Esse dados são coerentes com o dado sobre a influência que os meios de comunicação, em particular a televisão, exerce sobre os gostos musicais. Há décadas o cantor Roberto Carlos emociona gerações com suas músicas românticas e programas especiais de fim de ano. Outros artistas citados fazem parte do dia-a-dia comum televisivo veiculado principalmente por telenovelas.
Com relação ao hábito de leitura realizado pelos pais (questão 9), embora seja a atividade menos realizada dentre as elencadas na questão 5, o maior número de pais, 51%, afirmam que a principal leitura é a Bíblia, seguida da leitura de jornal, 30%. 20% afirmam ler livros de auto ajuda, 14%, revistas de artistas em geral, outros 14%, revistas de divulgação, 11% revistas semanais, 6%, livros de ficção.
Com relação à frequência de leitura dos pais (questão 10), 41% assinalaram entre uma ou duas vezes por semana, 24%, entre uma ou duas vezes por mês, outros 24% assinalaram ler diariamente, apenas 3% assinalaram nunca. É necessário contextualizar esse universo de leitores já que, de acordo com a questão 5, apenas 25% dos que responderam afirmaram possuir hábito de leitura no seu tempo livre. Infere-se que se o hábito de leitura dos filhos depender do hábito dos pais,  a influência que exercem sobre os filhos é quase nula. Isso por si só demonstra a importância da escola na formação de leitores no país.
Quanto aos escritores mais conhecidos pelos pais, (questão 11) 81% assinalaram Monteiro Lobato, 63%, Maurício de Souza, 58%, Machado de Assis,  51% Vinícius de Morais, 50% Paulo Coelho, 31% Manuel Bandeira, 23% Manoel Carlos, 9% J. K. Rowling (Harry Potter), 1% Tolkien (Senhor dos Anéis), 2% George R. R. Martin (Guerra dos Tronos). O dado sobre Monteiro Lobato – 81% - talvez se relacione mais ao programa televisivo – Sítio do Pica-pau Amarelo – do que à obra escrita do autor.  Talvez se o questionário mencionasse o personagem “Harry Potter” e não a autora dos livros, muitos pais teriam assinalado, mais pelo conhecimento cinematográfico e televisivo do personagem, do que pela leitura das obras em si.
Quanto aos hábitos e preferências televisivas (questão 12) os tipos de programas mais assistidos pelos pais, em primeiro lugar, 81% assinalaram as telenovelas, seguido pelos telejornais, com 80%. 70% assinalaram filmes,  61%, desenhos animados, 49%, programas esportivos, 34%, programas religiosos, 27% programas de humor, 20% entrevistas, 24% seriados, 25% assistem Big Brother, 18% assistem canais pagos, apenas 5%, horário político.
Sobre as expectativas dos pais em relação às profissões para os filhos (questão 13), os pais assinalaram mais de uma alternativa entre as profissões elencadas na pesquisa. 47% assinalaram preferir medicina, outros 47% assinalaram também engenheiro, 46% advogado, 34% administrador, 14% assistente social, 22%, esportista, 14% professor, 3% farmacêutico, 26% assinalaram línguas estrangeiras, 23% assinalaram cursos técnicos, 19%, informática, 13%, desenhista, 22% assinalaram outros. A grande maioria ainda pensa nas três grandes áreas – engenharia, medicina e advocacia – mas também admitem a possibilidade de curso técnico. Corroborando o senso comum geral, a profissão de professor figura entre as menos prestigiadas pelos pais.
Quanto ao empenho dos pais na formação dos filhos (questão 14), foi-lhes questionado a forma como estimulam os filhos nas atividades escolares e a maioria, 63%, assinalou comparecendo às reuniões de pais, 47%, acompanhando as atividades escolares dos filhos em casa, 41%, combinando com o filho um horário de estudo. 36%, dialogando com os filhos, este dado é coerente com a questão 5 pois 81% afirmaram conversar diariamente com os filhos em seu tempo livre. 22% parecem optar por medidas punitivas tais como “tirar” o que o filho mais gosta. Apenas 2% afirmou utilizar algum tipo de ameaça.


Ministro defende novo piso para atrair jovens para a carreira de professor

Portal G1, 08/03/2012
Ministro defende novo piso para atrair jovens para a carreira de professor
Mercadante participou de abertura de conselho de secretários de educação. Piso salarial foi reajusto em 22,22%; há greve em Goiás e no Distrito Federal
Do G1, em São Paulo
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira (8) na abertura da reunião ordinária do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), em Natal, que o cumprimento do novo piso salarial dos professores influencia na formação de novos profissionais. "Se não recuperarmos o valor do piso dos professores não teremos como atrair os jovens para a carreira. E todos sabemos que somos carentes de professores em todas as etapas da educação", disse. O Ministério da Educação divulgou em 27 de fevereiro que o piso salarial nacional dos professores foi reajustado em 22,22% e seu valor passou a ser de R$ 1.451,00 como remuneração mínima do professor de nível médio e jornada de 40 horas semanais. A decisão é retroativa para 1º de janeiro deste ano. Em Goiás e no Distrito Federal há movimentos de greve da categoria porque o piso não está sendo pago. Durante o evento em Natal Mercadante lembrou que alguns secretários e a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Carlini, eram parlamentares quando o piso e a forma do seu reajuste (proporcional ao custo aluno do Fundeb) foram aprovados no Congresso Nacional, em 2008. "Nós votamos na lei e não houve objeção. Ao contrário, houve um grande consenso."

O ministro ressaltou ainda que o dispositivo da lei que assegura um terço da jornada dos professores fora da sala aula também deve ser cumprido e lembrou que o Supremo Tribunal Federal votou pela
constitucionalidade da lei ao examinar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta por cinco governadores. "Mas é preciso discutir essa questão dentro de um processo pedagógico. A hora atividade é para melhorar a educação, a aprendizagem e para o professor avaliar seus alunos, preparar as aulas, dedicar-se à sua formação", afirmou. Mercadante concluiu sua intervenção fazendo um apelo aos secretários estaduais para que mobilizem suas bancadas parlamentares para aprovar com urgência o Plano Nacional de Educação para o período 2011-2020. "É fundamental aprová-lo este ano. Não podemos nos dar por satisfeitos. Precisamos aumentar os recursos para a educação", disse.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Quanto vale um professor?

Gazeta de Alagoas, 07/03/2012 - Maceió AL
Quanto vale um professor?
ALOÍSIO ALVES – publicitário e membro da Academia Palmeirense de Letras
O Ministro da Educação, Aloízio Mercadante, do PT, anunciou um aumento de pouco mais de 22% para as quarenta horas semanais trabalhadas pelos professores de nível médio. Teoricamente, o reajuste deveria beneficiar todos os Estados brasileiros, por se tratar de piso salarial nacional aprovado pelo Congresso em 2008 e convertido em lei federal. Mas a realidade não é bem assim: muitos Estados não cumprem a lei porque seus governantes alegam não existir recursos para remunerar os educadores com um salário digno. Alagoas é uma exceção nesse contexto, já que, no ano passado, o governador equiparou o salário da rede de ensino público estadual ao piso nacional, que agora passa para R$ 1.451, retroativo ao mês de janeiro. É notória a carência de professores no Brasil, segundo dados coletados pelo próprio Ministério, que registra um deficit de 710 mil profissionais, dos quais 235 mil só no Ensino Médio.

Ao que tudo indica, o prazer de ensinar já não é tão atraente. Infelizmente, educação nunca foi prioridade neste País, menos ainda nos Estados do Nordeste, onde as escolas, em sua maioria, são sucateadas, entregues ao total abandono. Alunos de Estados e municípios, em geral, são tratados com desdém, mais parecendo ônus para os gestores que renegam a obrigação constitucional de estimular e oferecer condições de educação indistintamente para todos. Lembremos os casos recentes em Maceió onde escolas, há anos sem assistência da Secretaria de Educação, quase chegam a provocar tragédias imperdoáveis. A Escola Municipal Floriano Peixoto, no distrito de Ipioca, de tão abandonada pela gestão pública está invadida por bichos peçonhentos, ratos, baratas, escorpiões; o mato sobe no teto e
as salas são sujas, imprensadas, sem circulação de ar.

Um analista federal, sem nenhuma pós-graduação, ganha em torno de 8 a 12 mil reais. Um fiscal de renda ganha 16 mil. No Senado Federal, segundo o Correio Brasiliense, os auxiliares legislativos, como ascensoristas e motoristas – funções de nível fundamental –, podem ter o teto da carreira estipulado em quase 17 mil. Um motorista do Senado ganha mais que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata. O chefe responsável pela garagem, também do Senado, ganha mais que um oficial-general do Exército. É muito difícil compreender tamanho disparate. Todas as profissões técnicas, intelectuais, religiosas, passam pelo professor. Qualquer que seja a atividade exercida, todas passam pelo professor. É humilhante ser professor no Brasil!

“A educação básica terá um colapso por falta de professores”

IG Educação, 06/03/2012
A educação básica terá um colapso por falta de professores”
Maria Lucia Vasconcelos, professora e ex-secretária, lançou livro sobre a etapa escolar e avalia que País deve investir no docente
Marina Morena Costa, iG São Paulo
Em meio ao debate sobre o reajuste e o cumprimento do piso salarial do magistério, Maria Lucia Vasconcelos é enfática: sem valorização da carreira, teremos um colapso na educação básica pela falta de professores. “Tem que haver investimento do Estado no professor. É uma profissão estratégica”, afirma a ex-secretária de Educação de São Paulo e atual presidente do Conselho Municipal de Educação da capital paulista. A professora e ex-reitora da Universidade Presbiteriana Mackenzie lançou nesta terça-feira o livro “Educação Básica” (Editora Contexto), no qual discute os principais temas e problemas dessa etapa com outros educadores. Os cinco capítulos abordam a formação do professor, a autoridade do docente, a ação do professor em sala de aula, o diálogo na escola e o olhar jornalístico para a educação.

A autoridade tem que ser exercida
em todos os níveis da educação. Dar liberdade excessiva para o aluno acaba complicando a relação dos docentes com os estudantes”, destaca Maria Lucia. Para a educadora, os professores precisam chegar à sala de aula melhor preparados e mais seguros de seu trabalho para conduzir os alunos. E a formação universitária deve ser reformulada, para que esteja mais próxima da realidade escolar. Leia a entrevista concedida do iG:

Pais poderão faltar ao trabalho para participar de reunião em escola de filho

Correio Braziliense, 06/03/2012 - Brasília DF
Pais poderão faltar ao trabalho para participar de reunião em escola de filho
Agência Senado
O trabalhador que precisar faltar ao trabalho para participar de reunião na escola de seus filhos, uma vez por semestre, poderá ter a ausência abonada, sem prejuízo do salário. A medida consta de projeto (PLS 620/ 2011) de autoria da senadora Lídice da Mata (PSB-BA), aprovado nesta terça-feira (6) na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A proposta inclui a participação em reuniões escolares entre as hipóteses de ausência justificada ao trabalho, previstas no artigo 473 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Para não ter o dia descontado, o trabalhador precisará comprovar o comparecimento à escola. Com a proposta, Lídice da Mata quer incentivar os pais a acompanharem mais de perto a educação dos filhos.

O relatório favorável do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) foi lido pela relatora ad hoc Ivonete Dantas (PMDB-RN). Em seu voto, Randolfe observou que os pais devem contribuir para o desenvolvimento escolar dos filhos não apenas acompanhando na
realização de tarefas de casa, “mas também – e com crucial importância – no diálogo com a escola”. Randolfe observa que as reuniões escolares normalmente acontecem no período de trabalho dos pais, sendo essencial que eles contem com a possibilidade de abono da falta ao serviço, para que possam comparecer a esses encontros, sem prejuízos em seus salários. A proposta segue para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e depois para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde será votada terminativamente.

segunda-feira, 5 de março de 2012

REUNIÃO DE PAIS E MESTRES - CERIMÔNIA DE ENTREGA DAS CAMISETAS ESCOLARES


Abertura do esvento
 Membros da ASEMEXBRA  e do Cosulado Mexicano, Deireção e Supervisão Escolar
 Diretor Interino - José Tadeu e a Diretora Suely T. Maia
 Consul Mexicano e coral da escola
 Presidente da ASEMEXBRA
Consulesa entragando camisetas

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Retomada da obra após reclamação na FDE

Apenas após reclamação com engenheiro responsável da FDE, a empresa licitada Flasa engenharia realocou o trabalhador responsável que retomou a raspagem do granilite das salas de aula, com atraso de três preciosos dias. No último final de semana de carnaval o diretor da empresa, Sr Rubens, desviou o trabalhador para outra escola, sem explicação e sem colocar uma outra pessoa no seu lugar, o que atrasou o cronograma da obra em três dias.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

INDIGNAÇÃO - A Reforma parou

Sem dar nenhuma justificativa, o engenheiro responsável pela obra retirou o empregado que estava trabalhando nas salas de aula, no domingo. A obra poderia ter adiantado uma semana durante o carnaval, já que não havia aula e alunos. Ficou a escola vazia e sem obra !!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A reforma continua

Enquanto todos pulam o carnaval, a reforma em nossa escola não pára. A nova fase é a de raspagem do granilite das salas de aula com uma máquina que raspa e iguala o piso, como se fosse uma enceradeira gigante. Veja as fotos:


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Entre a hora trabalhada e a hora-aula

O Estado de São Paulo, 12/02/2012 - São Paulo SP
Entre a hora trabalhada e a hora-aula
Para especialistas, presença do executivo deve ser constante também em cursos para elevar sua chance de obter sucesso na carreira
Márcia Rodrigues Aos 31 anos, Juliana Abrusio já é sócia do escritório Opice Blum Advogados, professora universitária e já fez mestrado. Juliana faz parte do seleto grupo dos 2% de executivos com título de mestres, segundo levantamento feito pela Catho Online. A pesquisa, feita com 46.067 profissionais que ocupam cargos de gerência e de direção em todo o País, apontou que 71% dos executivos que estão empregados têm formação superior. Desse total, 15% têm pós-graduação. Entre os desempregados, o índice de bacharéis é de apenas 48,7%. "Isso mostra que o mercado está mais exigente e procura profissionais cada vez mais qualificados. Um executivo com mestrado, por exemplo, é visto pelas empresas como um cientista que gosta de pesquisa", conta a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Leyla Nascimento. Ela afirma que uma especialização pesa na hora da contratação. "As empresas procuram primeiro quem domina a área técnica. Em alguns cargos é mais determinante do que a habilidade de gestão", diz. De acordo com o professor da escola de administração da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Manoel Marcondes, títulos de mestrado e doutorado são essenciais para quem deseja ter sucesso em qualquer área de atuação. Mas ele acredita que são mais exigidos para quem quer investir na carreira na educação. "E isso influencia também na remuneração. Cada título equivale a uma faixa salarial." O diretor de desenvolvimento Educacional do Grupo Cruzeiro do Sul, Fábio Figueiredo, sabe bem o que é isso. Doutor em ciências sociais, ele acredita que os títulos deram, além de um bom salário, uma bagagem maior de gestão e mais reconhecimento no mercado. "A educação é sempre um ativo precioso do profissional. Devemos investir na nossa formação sempre", ressalta. Figueiredo cita um trecho da sua tese de doutorado, sobre o impacto da formação na remuneração do profissional. "Um trabalhador com ensino médio ganha uma vez e meia a mais do que um com ensino fundamental. Já um trabalhador com educação superior ganha, em média, praticamente três vezes mais do que os que têm ensino médio. Ou seja, o portador de diploma de educação superior tem renda dez vezes maior do que o portador unicamente de um diploma de educação fundamental", afirma.

Na opinião do sócio-diretor do LAB SSJ, Conrado Schlochauer, a qualificação é importante, principalmente para cargos de chefia. Segundo ele, há 20 anos, apenas 3% da população tinha nível superior. Esse índice passou para 11% hoje e já não está satisfazendo mais o mercado, que quer profissionais mais preparados. "Investir no aprendizado demonstra que o executivo tem vontade de aprender e que quer sempre melhorar o seu desempenho profissional", alega. O diretor geral da Ricardo Xavier Recursos Humanos, João Xavier, acredita que a formação de um executivo é feita ao longo da carreira. "Os títulos ajudam o profissional na medida que ele sobe de cargo e aumenta a complexidade de sua atuação dentro da empresa. Por isso, acredito que o aperfeiçoamento na formação segue junto com a carreira."

Foi o caso do diretor de estratégia, inovação e sustentabilidade do Grupo Fleury, Carlos Alberto Iwata Marinelli. Há quase sete anos na empresa, sentiu que a formação e o reconhecimento profissional estavam ligados diretamente. "Tudo o que investi em educação retornou com ganhos muito superiores ao que gastei. Dá para ver que a empresa valoriza nosso esforço. No meu caso, o título de mestre em administração vem contribuindo bastante para o desempenho de minhas atividades", comenta. A analista de negócios e gerente de projetos da OAS, Viviane Fernandez, acredita que sua formação lhe dá respaldo para sua atuação na empresa. "Atuo na área de tecnologia. Então, preciso sugerir novas soluções para o sistema da empresa. E eu só consigo fazer isso se estiver em constante aprendizado", diz. Atualmente, Viviane está cursando um MBA Executivo na Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Já teve aulas práticas na Índia e na República Tcheca. "Sempre que preciso faltar por causa do curso, a empresa concede os dias. Sabem a importância que ele tem para o meu desempenho."

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Alunos de escolas públicas terão atendimento dentário a partir de abril

O Estado de São Paulo, 10/02/2012 - São Paulo SP
Alunos de escolas públicas terão atendimento dentário a partir de abril
Consultórios itinerantes dentários e oftalmológicos vão atender crianças em 20 estados
Agência Brasil
A partir de abril, consultórios itinerantes dentários e oftalmológicos vão atender alunos de escolas públicas em 20 estados. A iniciativa é uma parceria dos ministérios da Educação e da Saúde. Os consultórios são montados em caminhões, que atenderão em frente às escolas que fazem parte do Programa Saúde na Escola. De acordo com o Ministério da Saúde, são 37 veículos, com até dois consultórios oftalmológicos, e 34 caminhões, onde será feito o atendimento. As crianças passarão por exames de retina, de fundo do olho e receberão óculos quando detectados problemas. Os consultórios dentários são equipados para limpeza, extração e aplicação de flúor. Na primeira fase, o atendimento oftalmológico será feito na cidades com hospitais universitários, onde há estudantes de medicina e residentes. Depois, os consultórios serão levados ao interior do país. De 2011 até o início deste ano, 2.500 municípios aderiram ao Programa Saúde na Escola, segundo o ministério.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Só 42% dos alunos do 3.º ano do ensino fundamental têm bom desempenho em matemática

O Estado de São Paulo, 07/02/2012 - São Paulo SP

Nível dos estudantes foi medido pela Prova ABC, aplicada em 250 escolas de todo o País em 2011
SÃO PAULO - Apenas 42,8% dos alunos que concluem o 3.º ano do ensino fundamental têm as habilidades em matemática esperadas para a série, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira, 7, pelo Movimento Todos Pela Educação. O nível dos estudantes foi medido pela Prova ABC, aplicada em 250 escolas de todo o País em 2011, avaliando o desempenho em escrita, leitura e matemática. Para a escrita, 53,3% dos alunos tiveram desempenho considerado satisfatório, com base nas escalas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), metodologia do Ministério da Educação. Em relação à leitura, o índice de estudantes com as habilidades esperadas ficou em 56,1%. A Região Norte obteve o pior resultado em matemática, apenas 28,3% dos estudantes tiveram o resultado esperado para a série. O Sul conseguiu o melhor resultado na disciplina, com 55,7% dos alunos apresentando bom desempenho.

Em relação à redação, o Nordeste teve o desempenho mais baixo: só 30,3% dos estudantes apresentaram domínio da escrita de acordo com a série que cursavam. A Região também teve o menor percentual de alunos (42,5%) com habilidade de leitura satisfatória. O Sudeste é a Região com o melhor resultado para a prova de escrita (65,6%).

Na rede particular de ensino, o porcentual de alunos com bom resultado em matemática foi 74,3%, mais do dobro do verificado na rede pública, 32,6%. Na prova de redação, 80,7% dos estudantes do
ensino privado tiveram desempenho satisfatório, contra o percentual de 44,3% verificado entre alunos das escolas públicas. Proporção semelhante foi apresentada na avaliação de leitura, em que 79% dos alunos da rede particular se saíram bem e apenas 48,6% dos estudantes do ensino público tiveram bom resultado. Um dos fatores apontados pela pesquisa para a diferença entre os alunos do ensino privado e o público é o acesso à educação pré-escolar. “Uma explicação para esse resultado é que a maior aprendizagem na rede privada está relacionada ao fato de seus alunos terem melhores condições sociais e econômicas e de terem cursado a pré-escola. Tais condições ajudam a explicar, mas não deveriam justificar tal diferença entre as redes”, ressalta o estudo.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Mercadante assume o MEC e sugere 'residência' para professores

'Só se forma o professor botando a mão na massa, na sala de aula', afirmou
Lisandra Paraguassu, da Agência Estado
BRASÍLIA - O novo ministro da Educação, Aluizio Mercadante, quer criar uma residência para estudantes de licenciatura - a exemplo do que ocorre com médicos. Em sua posse, na noite desta terça-feira, Mercadante já começou a vender os programas em que deve investir na sua gestão. A "residência" dos professores deve ser sua peça central. "Só se forma o professor botando a mão na massa, na sala de aula", afirmou. A intenção do novo ministro é que o estudante de licenciatura, antes de ser aprovado para dar aulas em qualquer lugar, passe um período dentro das escolas públicas, como professor-assistente ou mesmo para dar apoio aos alunos. Apesar de ainda incipiente, a ideia encantou secretários estaduais e municipais de educação. O novo ministro também quer ver os melhores professores das redes públicas dando aulas nas regiões e escolas com os piores índices de qualidade. A troca, afirmou, ajudaria a romper um ciclo vicioso em que os melhores professores recebem sempre as melhores escolas e os melhores alunos.

Essa mudança, no entanto, já não é tão simples. Até hoje nenhum Estado ou município e nem mesmo o governo federal encontrou uma fórmula para avaliar os professores e descobrir quais deles são os melhores. Qualquer forma de avaliação encontra uma ferrenha resistência dos docentes.
Mercadante também anunciou, no seu discurso, outras duas propostas que recebeu praticamente prontas de Haddad. Uma delas é o Pronacampo, um conjunto de projetos para tentar melhorar a educação no campo. Outro, chama-se Alfabetização na Idade Certa, uma proposta de alocar os melhores recursos das redes de ensino - os melhores alfabetizadores, as melhores escolas e salas de aula, os melhores turnos - para as crianças até 8 anos, em fase de alfabetização. "Se essa criança não aprende a ler até os oito anos você corre um grande risco de perdê-la depois", afirmou o ministro.

sábado, 7 de janeiro de 2012

CRONOGRAMA DE ATRIBUIÇÃO DE AULAS 2012


CRONOGRAMA DE ATRIBUIÇÃO DE AULAS 2012


23/01 – Escola – 8h : titulares de cargo para constituição de jornada
             D.E. – TARDE: docentes não atendidos plenamente na Escola


24/01 – Escola – 8h : titulares de cargo para ampliação de jornada e carga suplementar
             D.E. – TARDE: docentes não atendidos plenamente na Escola


26/01 – D.E. – MANHÃ: A rtº 22 da L.C. 444/85
            Escola – 14 h: OFAs da casa


27/01 – D.E. – MANHÃ: OFAs não atendidos na casa e candidatos a contratação


31/01 – Escola – 8h: aulas livres e em substituição surgidas nesse período para titulares e OFAs já atendidos na casa                
           - D.E. – TARDE:  titulares e OFAs interessados e demais candidatos a contratação (alunos de licenciatura, bacharéis e tecnólogos).                  

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Almoço de Confraternização de final de ano.

No dia 16 de dezembro de 2011, os professores, funcionários, direção, funcionários da Brascri e até trabalhadores da obra em curso, degustaram um delicioso almoço preparado pelas merendeiras, lideradas  pela mestre cuca Ilka. Houve música ao vivo, mpb da melhor qualidade. A Sra Diretora Suely tomou a palavra em alguns momentos e agradeceu a todos pela presença e pela finalização dos trabalhos letivos de 2011 que se encerraram com a reunião de pais no dia 15 de dezembro.













Reforma na E. E. México

               Após dois anos de espera finalmente a FDE deu início, no dia 5 de dezembro de 2011, à reforma do telhado e dos pisos das salas de aula do andar superior. Estão presvistos no escopo da obra: a troca das telhas quebradas que há anos são responsáveis pela infiltração e acúmulo de água parada na laje e consequente proliferação dos pernilongos que infestam a escola e a troca do piso do madeira das salas de aula. Essa reforma chegou em boa hora pois tivemos episódios de pés e tornozelos torcidos nos buracos do piso de madeira de algumas salas. Ao longo dos anos reformas paliativas foram feitas e os buracos na madeira foram tapados com cimento. Estamos reivindicando da FDE e da empresa responsável pela execução da obra, que o piso seja refeito com granilite, um tipo de piso altamente resistente para suportar o uso intenso, e não um simples piso de cerâmica que, por experiência própria, não durará por mais de dois ou três anos, por mais resistente que seja (PI 5). Para se ter uma idéia, o pátio da escola foi feito com granilite e está em ótimas condições até hoje, cerca de 30 anos após ter sido inaugurado. A Direção da escola juntamente com representantes do Conselho de Escola e da Associação de Pais e Mestres estão mobilizados para acompanhar a execução da obra e a qualidade dos materiais utilizados, principalmente em relação ao referido piso das salas.
  






segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL A TODOS

Nós, gestores da E.E.México, desejamos a todos um Natal repleto de felicidade, com muito amor, paz e Jesus no coração. Feliz Natal a todos.