quarta-feira, 28 de março de 2012

E.E. MÉXICO - REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO 2012

REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO

Nos dias 21, 22 e 23 de março foram realizadas Reuniões de Planejamento Pedagógico (RPP) onde foram apresentados dados considerados essenciais por mais de 90% dos participantes para caracterizar o perfil sócio – econômico – cultural das famílias (manhã e tarde) e dos alunos (noite). Após leitura, reflexão e plenárias sobre o tema da violência/indisciplina, os docentes apresentaram projetos de intervenção e sugestões de contratos didáticos a serem trabalhados com os alunos, especialmente do período da manhã e tarde. No primeiro dia, ainda, foi abordado o tema da semana cultural a ser aprofundado nos HTPC. Decidiu-se também sobre a organização de uma festa com direito a culto ecumênico em comemoração do término da reforma  da escola (troca de piso / telhado / etc.). No segundo dia, após leitura e reflexão sobre o tema processo de planejamento e avaliação em sala de aula deu-se início à confecção dos planos de ensino por disciplina que, no terceiro dia foi finalizado. No terceiro dia, em reunião plenária, cada  docente apresentou aos demais, em linhas gerais, os conteúdos e estratégias que utilizarão ao longo dos quatro bimestres letivos em sua disciplina. O objetivo dessa atividade foi o de socializar os planos de ensino e criar condições para que se criassem e estabelecessem interdisciplinaridades. A julgar pelas críticas de que os tempos foram curtos, das sugestões de aprofundamento dos assuntos abordados e dos  elogios escritos nas avaliações da RPP e aprovação das atividades – entre 90 e 100% de índice Satisfatório e Plenamente Satisfatório - tenho certeza de que a escola como um todo saiu fortalecida  e unida das reuniões.
Os índices de satisfação dos professores nos gabarita afirmar que através da participação coletiva e democrática, a esmagadora maioria dos professores foi contemplada em suas reflexões e propostas para melhoria da qualidade do processo ensino – aprendizagem em nossa escola. Nos permite afirmar também que o sucesso da nossa escola e dos nossos alunos se deve ao compromisso, empenho e  qualificação dessa equipe docente (e gestora) que há anos tem se dedicado cotidianamente  para reverter a lógica da exclusão e desigualdade social em nosso bairro.  Isso muito nos orgulha.
Parabéns a todos pelo empenho e participação,
Prof. Tadeu e equipe gestora

E. E. MÉXICO
Gráfico da Avaliação das Reuniões de Planejamento Pedagógico feita pelos professores do EF
TARDE   -   21, 22, 23 de março de 2012.


 
Gráfico da Avaliação das Reuniões de Planejamento Pedagógico feita pelos professores do EF
MANHà  -   21, 22, 23 de março de 2012.


Gráfico da Avaliação das Reuniões de Planejamento Pedagógico feita pelos professores do EF
NOITE   -   21, 22, 23 de março de 2012.





segunda-feira, 26 de março de 2012

O Globo, 25/03/2012 - Rio de Janeiro RJ
Professores culpam pais e alunos por nota baixa
Para mais de 80% deles, falta de acompanhamento da família e desinteresse do estudante explicam mau desempenho escolar
Alessandra Duarte / Letícia Lins
RIO e RECIFE - O aluno não aprende porque os pais não o acompanham? Para 88% dos professores do nível fundamental da rede pública no país, sim. Quase 81% também acreditam que um aluno não vai bem na escola porque não se esforça. Os dados fazem parte de um levantamento feito pelo Movimento Todos Pela Educação em respostas dadas por professores da rede pública na Prova Brasil, do Inep. E levantam a questão: num sistema educacional público com má remuneração para o magistério e escolas mal equipadas, que recebem estudantes em que a própria família já tem, em geral, baixa escolaridade e frágil nível cultural, de quem é a culpa pelo mau aluno? No Questionário do Professor da Prova Brasil de 2009, os professores receberam uma lista de possíveis causas para problemas de aprendizagem dos estudantes, para dizer com quais causas mais concordavam. Quase todos concordaram com as respostas "Falta de assistência e acompanhamento da família nos deveres de casa e pesquisas do aluno" e "Desinteresse e falta de esforço do aluno". Respostas que poderiam mostrar a responsabilidade do professor ou da escola — "Baixo salário dos professores, que gera insatisfação e desestímulo para a atividade docente" e "Escola oferece poucas oportunidades de desenvolvimento do aluno" — tiveram 30,5% e 27,4%, respectivamente. — Como a educação depende de vários setores, é esperado que um jogue a responsabilidade para o outro. Se você for perguntar para muitos pais, eles vão dizer que a escola não ensina direito. Mas, apesar de esperada essa responsabilização do outro, é preocupante que o professor coloque a culpa na família, se pensarmos que, nas escolas públicas, em diversas vezes não lidamos com crianças imersas no mundo letrado. Jogar a culpa para a família, nesses casos, é o professor falar "não consigo lutar contra isso". Nesse tipo de realidade, a função da escola pública é essa mesmo, é exercer um papel que a família e o meio em que o aluno vive não estão conseguindo cumprir. O contrário seria condenar a criança pobre a não aprender — analisa Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos Pela Educação.

Novas formas de participação - Se a família não consegue acompanhar a educação do aluno, diz Priscila, o papel da escola seria achar maneiras de estimular esse acompanhamento. — Não podemos partir da suposição de que a família não apoia porque não quer. Às vezes é porque não sabe mesmo, em muitos casos os pais estudaram menos do que o filho. Além disso, a escola reclama que os pais não vão às reuniões, mas as marca na terça às 9h. A classe trabalhadora trabalha na terça às 9h — destaca Priscila, para quem o baixo número de respostas de professores colocando a responsabilidade no nível salarial e no desestímulo que isso provoca também era
esperado. — Seria até antiético, eles estariam admitindo que dão uma aula ruim. Em áreas com indicadores sociais críticos, como Norte e Nordeste, a falta de acompanhamento da família às vezes tem a ver com problemas como o analfabetismo. Ramone Maria do Nascimento, do bairro de Afogados, em Recife, tem duas filhas na escola, Vanessa e Vandressa, alunas do colégio municipal Mércia Albuquerque. A mãe não sabe sequer escrever o nome todo: — Vanessa precisou de muita ajuda na escola. Pedia às colegas para ensinar, pois não sei ler.

Vanessa, de 11 anos, escreve com desenvoltura, mas não sabe pontuar. Não leu um só livro em 2011 ou este ano. Na casa de Cássia Cristina da Silva, no mesmo bairro, são quatro os filhos na escola. Com pai pedreiro com pouco estudo e ela analfabeta, as crianças só não tiveram mais dificuldades porque os pais pagaram reforço. — Hoje um reforço aqui no bairro está entre R$ 35 e R$ 45 por aluno. A gente não pode mais — reclama Cássia, que este ano comemorou o fato de a filha Cassiana ter conseguido um colégio com tempo integral. No Mércia Albuquerque, a diretora Maria José Moura acha que atribuir culpa aos pais ou alunos é raciocínio distorcido: — São vários fatores em comunidades como esta, com histórico de violência. A maioria dos alunos não tem pai. Outros estão com o pai preso ou envolvido com o tráfico. A comunidade não tem banheiro. Muitos alunos passavam muito tempo no banheiro, e descobri que era para aproveitarem o chuveiro, a torneira, que não têm em casa.

Mudar a forma de participação da família parece ser a saída, afirmam pesquisadores. — Nas séries iniciais, acredito que a responsabilidade maior pela educação da criança seja da escola, porque são alunos mais interessados. A partir da adolescência, o interesse da família em acompanhar ganha peso maior. Agora, é mais fácil culpar os pais, quando a leitura correta é: como a escola pode mudar para conquistar esses pais? — diz João Batista Oliveira, presidente do Instituto Alfa e Beto. — A escola trata o pai mal, só fala mal do filho. O pai não volta a segunda vez. Quando a escola poderia, em vez disso, falar sobre o que o filho tem de bom. Se o aluno picha, como converter aquilo num trabalho com artes, por exemplo. Em vez de chamar o pai só para reuniões, chamá-lo para falar de cursos para esse pai. — A família de aluno de rede pública em geral participa pouco. O problema são as condições de participação, que afetam a qualidade dela. A escola tem de melhorá-las — afirma Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. — Estudos mostram que o chamado efeito-família tem peso similar no aprendizado ao do efeito-escola. Mas, no Brasil, o efeito-família tem um obstáculo, a baixa escolaridade de boa parte das
famílias. Aí, a escola é que tem de ser a diferença.

No bairro Jockey, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, o modo que a Escola Estadual Professora Odyssea Silveira de Siqueira encontrou para atrair a família foi, além das tradicionais reuniões de pais, chamar para palestras sobre temas como drogas e gravidez; e para comemorações como desfiles ou o aniversário da escola. No início de 2011, quando o colégio ficou sem diretor por alguns meses, pais de alunos chegaram a se reunir para ajudar na limpeza e na manutenção do espaço. — Não adianta a escola ser bilíngue se a família não mostra ao filho o valor de ter um projeto de vida. E a escola, em regiões como a nossa, precisa também educar os pais para isso — diz a professora de Ciências Marcele Kloper Balado, coordenadora do projeto Os Pais na Escola, criado há um ano no Odyssea. — Chamar o pai só para reclamar do filho não funciona. Tem de saber como chamar esse pai — acrescenta o diretor do colégio, Carlos José Pestana Moreira, destacando a melhora dos resultados da escola nas provas do Saerj em 2011, ficando acima das notas médias do estado.

Quando o filho explica o dever - Mãe de dois alunos do Odyssea, a dona de casa Joelma de Lima, que estudou até a antiga 3 série primária, diz que aprendeu a fazer o casal de filhos explicar para ela o dever de casa: — Explicaram raiz quadrada, que para mim era coisa do outro mundo, e uma coisa de ciência que gostei muito, sobre evolução do ser humano. Se deixar as criança por ela mesma, ainda mais a mais velha, não vai estudar como deveria — diz Joelma, concordando que não há pai ou mãe que goste de só ouvir falarem mal do filho. — Fico mais tranquila, porque não chamam só nesses momentos. A resposta "Carência de infraestrutura física e pedagógica da escola" recebeu apenas 28% da concordância dos professores no levantamento da Prova Brasil. Mas, para Danilo Serafim, professor de Sociologia da rede estadual do Rio e coordenador geral do Sindicato dos Professores do Estado do Rio (Sepe), esse é um dos principais itens que demonstram que o culpado não é nem o pai nem o professor: — É o sistema educacional. As políticas educacionais, que não põem contraturno nas escolas, laboratórios... Estive numa escola de Valença recentemente, e, quando chove, o professor tem de levar os alunos para o banheiro, o único lugar onde não chove lá dentro. É claro que há diferença do aluno de uma família que participa para um que tem família ausente. Mas estou perplexo com o fato de a maioria dos professores ter respondido que a causa está nos pais. Se o professor ficar apontando dedo para a família, e a família, para o professor, os reais responsáveis só vão ficar assistindo a isso de camarote.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Portal Aprendiz, 22/03/2012
Canadá é o país que melhor paga professores universitários; Brasil é o 18º
Um estudo sobre os salários pagos a professores universitários de instituições públicas de 28 países, incluindo nações desenvolvidas e outras como Brasil, México, Nigéria e Etiópia, mostra que o Canadá é o que melhor paga seus docentes, seguido da Itália e África do Sul, com salários médios de US$ 7.196, US$ 6.955 e US$ 6.531, respectivamente. O Brasil aparece na décima-oitava posição do ranking de remuneração média, pagando US$ 3.179. O estudo – realizado pelo Center for International Higher Education (CIHE) do Boston College e pelo Laboratório de Análise Institucional da Alta Escola de Economia da Universidade Nacional de Pesquisa, de Moscou – usou como critério o chamado índice de paridade de poder de compra, a fim de permitir que as comparações entre salários já refletissem o custo de vida de cada país.

Estudo empregou índice de paridade de poder de compra para comparar salários considerando custos de vida É por conta desse critério, explica nota divulgada pelo CIHE, que África do Sul e Índia (quarto país no ranking, com salário médio de US$ 6.070) aparecem em posições tão elevadas, acima, por exemplo, de Estados Unidos e Reino Unido (em quinto e sétimo
lugares, respectivamente). O Brasil, por sua vez, tem como vizinhos de ranking o Japão (imediatamente acima, com média de US$ 3.473) e a Colômbia (imediatamente abaixo, US$ 2.702). A faixa de US$ 4.000 a US$ 2.000 inclui ainda Argentina, França, Turquia e República Checa. Dos demais Brics, a China aparece na vigésima-sexta posição, com remuneração média de US$ 720, e a Rússia na vigésima-sétima, US$ 617. O país em último lugar é a Armênia: US$ 538.

Carreira - O levantamento analisou ainda os salários pagos, em cada país, nos vários estágios da carreira acadêmica. O país com maior disparidade é a China, onde um professor no topo da carreira ganha, em média, mais de quatro vezes o salário de um iniciante. O Brasil é o país com a 5ª maior desigualdade, onde um docente em fim de carreira ganha, em média, 2,4 vezes mais que um iniciante. A menor desigualdade é da Noruega, onde o professor mais graduado ganha 30% mais que o iniciante. Na média de todos os países analisados, o salário do topo da carreira é pouco mais que o dobro do de um iniciante. Os resultados completos do estudo serão publicados no livro Paying the Professoriate: A Global Comparison 
of Compensation and Contracts, que será lançado pela editora Routledge, mas os dados levantados e artigos a respeito do trabalho já começam a aparecer na internet.

Incentivos - Um dos coeditores do livro, Philip Altbach, que também é um dos responsáveis pelo blog The World View, do CIHE, disse, em nota publicada no site do instituto, que um resultado é consistente em relação a todos os países estudados: em nenhum deles a remuneração dos professores reflete o discurso de que o ensino superior é peça fundamental da economia do conhecimento. “Pode-se medir a saúde do sistema de ensino superior vendo se ele é capaz de recrutar os melhores e os mais brilhantes membros da sociedade”, disse Altbach, em comentários para o site Times Higher Education, concluindo, em seguida, que isso não ocorre na maioria das nações estudadas. Mesmo em países onde os professores são bem pagos, as oportunidades fora da academia são mais atraentes. E países pobres que pagam bem seus acadêmicos têm dificuldade em competir com os salários oferecidos aos melhores professores e pesquisadores pelas instituições estrangeiras.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Visita à São Paulo - OSESP - Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo

No dia 22 de março, quinta feira, o prof. de matemática Edvaldo juntamente com a colaboradora Luciane - Brascri / sala de leitura  - acompanharam os alunos dos 7º anos a uma visita emocionante à sala São Paulo com a orquestra convidada - ORQUESTRA JAZZ SINFÔNICA. Assistiram ao espetáculo Concerto Didático Jazz Sinfônica com apresentação de várias obras desde Zequinha de Abreu a temas de filmes tais como Batman,  Harry Potter e Ronin Hood.






































sábado, 17 de março de 2012

IV Encontro presencial REDEFOR - polo regional na E. E. México

Neste sábado estiveram presentes professores, diretores, PCP's e supervisores que estão fazendo o curso de especialização REDEFOR - USP - UNICAMP.
Seguem algumas fotos de vários momentos do encontro.










REUNIÃO PEDAGÓGICA

Atenção Senhores Pais

Informamos que nos dias 21, 22, 23 de março, não haverá aula. As escolas de Ensino Fundamental - Ciclo 2 e Ensino Médio farão reunião de planejamento pedagógico do ano letivo de 2012.

Dias 19 e 20 - aula normal.

A REFORMA CONTINUA - agora falta pouco nas salas de aula