terça-feira, 28 de agosto de 2012

Oficina de Contação de História


Oficinas - Brascri / Sala de leitura - Mês de Agosto de 2012
Educadoras parceiras Luciana, Priscila e Prof Welington
Em 24/08 – oficina de contação de história, encenação com fantoches do conto da Cobra Grande, com participação dos sextos anos (5ª séries).































Oficina de Brinquedos Folclóricos


Oficinas - Brascri / Sala de leitura - Mês de Agosto de 2012
Educadoras parceiras Luciana, Priscila e Prof Welington
Referente ao dia 22 de agosto – dia do folclore brasileiro – foi o tema de duas oficinas:
Em 17/8 – oficina de brinquedos folclóricos, confecção de petecas em EVA e bilboquês com garrafas pet. Participaram alunos dos sextos anos (5ª séries).

































OFICINA DIA DOS PAIS









Oficinas - Brascri / Sala de leitura - Mês de Agosto de 2012
Educadoras parceiras Luciana, Priscila e Prof Welington
Dia dos Pais – confecção de bloco de notas com sulfite e gravata porta caneta.






sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Notas do Ideb já podem ser consultadas na internet



Amanda Cieglinski - Agência Brasil - 15/08/2012 - Brasília, DF
Já está disponível no site do Ministério da Educação (MEC) o sistema de consulta aos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2011. Na página, é possível consultar a nota de cada escola, da rede de ensino, dos municípios e estados, além de comparar a nota atual com a de anos anteriores e verificar se as metas de melhoria da educação foram atingidas.
O indicador, que é calculado a cada dois anos, estabelece uma nota de 0 a 10 para cada escola, rede de ensino, município e estado, além da média nacional que, em 2011, foi 5 pontos para os anos iniciais do ensino fundamental.
Se nos anos iniciais houve crescimento de 0,4 ponto, nos anos finais a melhora é mais lenta– a nota passou de 4 pontos em 2009 para 4,1 em 2011. No caso do ensino médio, a situação é mais grave: na média nacional, a meta de 3,7 pontos foi atingida, mas nove estados pioraram seu desempenho em relação a 2009.
O Ideb atribui uma nota diferente para três etapas da educação básica: anos iniciais (1º ao 5º ano) e anos finais (6º ao 9º ano) do ensino fundamental e ensino médio. Todos os entes federados e escolas têm metas a serem cumpridas até 2022, bicentenário da Independência do Brasil

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Inscrições abertas para exames de certificação dos Ensinos Fundamental e Médio

A inscrição para os exAmes de certificação deve ser feita online até o dia 27 de agosto
 
Jovens e adultos que estão fora da escola ou da idade regular de ensino já podem se inscrever para os exames de certificação dos Ensinos Fundamental e Médio, até o dia 27 de agosto. O regulamento e a adesão podem ser feitas por aqui, com o preenchimento dos dados pessoais. As provas serão realizadas em 28 de outubro.
Para as certificações do Ensino Fundamental, os candidatos devem ter idade mínima de 15 anos ou a completar até a data da avaliação e mais de 18 anos para o Ensino Médio. Detentos também podem participar.
O exame será composto por uma redação e quatro provas objetivas, conforme o nível de ensino. Para o Fundamental, a avaliação abordará língua portuguesa, inglês, arte e educação física; matemática; história e geografia; e ciências da natureza. Na prova destinada à certificação do Ensino Médio, as questões serão sobre língua portuguesa, inglês ou espanhol, arte e educação física; química, física e biologia; matemática; e história, geografia, filosofia e sociologia.
“A garantia da oportunidade de conclusão de ensino é uma das mais importantes ações da política pública e expressa o compromisso da Educação com a população de jovens e adultos do Estado, inclusive aqueles em situação de privação de liberdade”, afirma Maria Lucia Barros de Azambuja Guardia, coordenadora de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
Para mais informações, consulte a equipe da Central de Atendimento da Secretaria da Educação. O contato deve ser feito pelo telefone 0800-7700012, das 7h às 19h, de segunda a sexta-feira.

Secretaria de Estado da Educação
Centro de Aplicação de Avaliações - CEAPA
Exames Supletivos - 2012 - Ensino Fundamental e
Ensino Médio
COMUNICADO CEAPA

1 - Período de Inscrição, das 10h00min do dia 13/08/2012 às 18h00h do dia 27/08/2012;

2 - Requisitos para a Inscrição nos Exames Supletivos:
    . Para o Ensino Fundamental, o candidato deverá ter 15 anos completos ou a completar na data da realização da primeira prova;
    . Para o Ensino Médio, o candidato deverá ter 18 anos completos ou a completar na data da realização da primeira prova.

3 - Para efetuar sua inscrição tenha em mãos o seu documento de identidade (RG) e o seu CPF, documentos obrigatórios.


FAÇA SUA INSCRIÇÃO no link ao lado.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Nova lei das cotas em universidades federais vai afetar vestibular deste ano

Débora Bergamasco - BRASÍLIA - O Estado de São Paulo - 09/08/2012 - São Paulo, SP
Quem prestar vestibular no fim deste ano já poderá ser afetado pela Lei das Cotas, aprovada nesta terça-feira, 7, pelo Senado. O texto vai ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff em até 15 dias e passará a valer assim que for publicado. As universidades federais terão até quatro anos para se adaptar às novas regras, mas até um ano para adotar ao menos 25% do que a lei prevê - ou seja, terão de implementar o novo modelo de cotas em uma escala menor. Reitores criticaram a medida, alegando que fere a autonomia universitária.
A federal que promove apenas um vestibular por ano terá necessariamente de adotar esse sistema de cotas em seu exame do final de 2012 ou início de 2013. Já universidades que realizam duas provas anuais, como a UnB, de Brasília, poderão adotar o novo sistema só em meados do ano que vem.
A nova lei prevê que 50% das vagas de todos os cursos e turnos das federais sejam reservadas a estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública. Uma parte dessas vagas deve ser dedicada a negros, pardos e índios, e outra a alunos com renda familiar igual ou menor a 1,5 salário mínimo per capita. A maioria das universidades já adota algum tipo de ação afirmativa, mas poucas atingem um porcentual de 50% das vagas.
Em meio à satisfação da presidente Dilma Rousseff e ao descontentamento dos reitores, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, optou por não comentar nada sobre a aprovação da lei das cotas.
Oficialmente, ele quer primeiro conversar com a presidente, se inteirar sobre o assunto, para só então se manifestar. Nos bastidores, a conversa é outra. Entre os que trabalharam pela aprovação do projeto de lei é quase unânime a tese de que Mercadante nunca foi simpático ao sistema.
Ele teria, até mesmo, pedido várias vezes que o projeto não entrasse na pauta de votação - resistência atribuída à rejeição do tema no Estado de São Paulo, seu reduto eleitoral. Mas o cenário foi ficando cada vez mais propício para a votação dessa lei especialmente após a aprovação pelo Supremo Tribunal Federal da constitucionalidade das cotas.
Outro facilitador, acreditam interlocutores, foi a saída de Demóstenes Torres (sem partido-GO) do Senado, que sempre foi forte opositor das cotas e grande agregador de parlamentares.
Aprovado o projeto, a quebra da autonomia universitária é a principal crítica de reitores à decisão do Senado. Representante dos reitores, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) posiciona-se contra o projeto desde que a tramitação começou.
`Quase todos os reitores são a favor de políticas afirmativas, mas as ações devem ser estabelecidas a partir da autonomia, respeitando a especificidade de cada região`, afirma o presidente da Andifes, Carlos Maneschy, reitor da Federal do Pará (UFPA). `Aqui no Pará definimos cota de 50% para escola pública, nem haverá grande mudança. Mas fomos nós que decidimos e essa fórmula não pode ser aplicada em todas.`
Para o reitor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Walter Albertoni, a definição de 50% é preocupante e pode resultar em queda de qualidade de ingressantes, principalmente em cursos mais exigentes, como Medicina. `Ainda não dá para saber como vai ser o desempenho com esse porcentual`, diz ele. A Unifesp reserva 10% de vagas de cada curso e o desempenho dos alunos é considerado bom, segundo Albertoni.
O reitor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Helio Waldman, discorda. Segundo ele, é imprescindível porcentual como esse. `Não adianta colocar cotas pequenas. Quando se tem 10%, por exemplo, frequentemente a nota de corte é até superior ao dos não cotistas, pois essas vagas serão preenchidas por alunos vindos de escolas técnicas e colégios militares, que, em geral vêm de famílias com renda alta`, diz ele.
Intromissão. O reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Roberto Salles, criticou a `intromissão indevida` do Congresso. `O Senado está transferindo a responsabilidade do ensino médio de qualidade, que cabe aos governadores e prefeitos, para as universidades. Estão passando o pepino`, afirmou Salles. Recentemente, a UFF aprovou a reserva de 25% das vagas.
A Universidade Federal da Bahia (UFBA) precisará de poucos ajustes para se adequar à lei. `Nossa política de cotas é semelhante à aprovada pela Câmara`, diz a reitora Dora Leal Rosa.
Em vigor desde 2004, o sistema de cotas da UFBA reserva 43% das vagas a estudantes que tenham cursado todo o ensino médio - além de pelo menos um ano do ensino fundamental - em escolas públicas. Além disso, oferece 2% das vagas a descendentes de índios.
Dentro da cota, 85% são direcionadas a negros e pardos, seguindo as proporções da população baiana. / COM BRUNO DEIRO, CLARISSA THOMÉ, OCIMARA BALMANT e PAULO SALDAÑA

Fenep: lei de cotas faz País assumir que rede pública é ruim



Da Redação - Terra Educação - 09/08/2012 - São Paulo, SP
Escolas particulares do Brasil estão criticando o projeto aprovado na última terça-feira no Congresso Nacional que reserva 50% das vagas das 59 universidades federais do País a alunos da rede pública. De acordo com a presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) Amábile Pacios, a aprovação da lei faz com que o governo assuma que as escolas públicas do País são de má qualidade. `O que temos que discutir na sociedade não são as cotas, mas por que as crianças de escolas públicas não têm condições iguais às que estão na escola particular`, afirmou.
O que falta para o projeto entrar em vigor é a presidente Dilma Rousseff, que é a favor da iniciativa, sancionar a proposta. De acordo com o governo, a medida amplia o acesso de setores menos favorecidos da população ao ensino superior. `Essa lei, se sancionada pela Dilma, vai dizer primeiro que todos concordam que a escola pública é de má qualidade, o governo vai estar assumindo isso. Segundo, vão estar dizendo que precisam corrigir já que não dão informação, facilitando o acesso dos estudantes à universidade`, disse Pacios.
Para a presidente da Fenep, a escola particular se tornou a única opção para as famílias devido à qualidade do ensino. `Não queremos ser a única opção. Temos interesse na escola pública de qualidade, o que queremos saber é por que os alunos não tem essa qualidade no ensino público`, disse. Além disso, Pacios afirma que a decisão do governo não vai resolver o problema da rede pública de ensino. `Estamos resolvendo uma dívida e já criando outra para resolver no futuro`.
Ela explica que um aluno de rede pública que não tem uma base escolar de qualidade estará sendo prejudicado ao ingressar na universidade e comprometendo na busca de empregos e estudos. `Quando você coloca um aluno de escola pública de má qualidade em uma faculdade de quatro anos, ele levará oito para terminar. A qualidade vai amarrar o aluno na caminhada da universidade`, afirmou Pacios. `Não é fazendo uma lei que vamos corrigir. Temos que melhorar o investimento não só em dinheiro mas em gestão`, concluiu.
Na noite desta terça-feira, os senadores aprovaram o projeto que regulamenta o sistema de cotas raciais e sociais nas universidades públicas federais em todo o País. Pela matéria, relatada pela senadora Ana Rita (PT-ES), metade das vagas nas universidades deve ser separada para cotas.
A reserva será dividida meio a meio. Metade das cotas, ou 25% do total de vagas, será destinada aos estudantes negros, pardos ou indígenas de acordo com a proporção dessas populações em cada Estado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A outra metade será destinada aos estudantes que tenham feito todo o segundo grau em escolas públicas e cujas famílias tenham renda per capita até um salário mínimo e meio.