terça-feira, 23 de abril de 2013

CRONOGRAMA DE REUNIÕES DE CONSELHO PARTICIPATIVO


E. E. MÉXICO

      1º BIMESTRE - 2013

CRONOGRAMA DE REUNIÕES DE CONS. PARTICIPATIVO








29/abr
02/mai
03/mai


07:00
9º A
07:00
1º A
07:00
2º A

07:50
9º B
07:50
1º B
07:50
2º B

08:40
9º C
08:40
1º C
08:40
2º C

09:30
9º D
09:30
1º D
09:30
3º A

10:20
9º E
10:20
1º E
10:20
3º B

11:10
9º F
11:10
1º F
11:10


29/abr
02/mai
03/mai


13:00
6º A
13:00
7º A
13:00
8º A

13:50
6º B
13:50
7º B
13:50
8º B

14:40
6º C
14:40
7º C
14:40
8º C

15:30
6º D
15:30
7º D
15:30
8º D

16:20
6º E
16:20
7º E
16:20
8º E

17:10
6º F
17:10

17:10


29/abr
02/mai
03/mai


19:00
1º G
19:00
1º L
19:00
3º C

19:45
1º H
19:45
2º D
19:45
3º D

20:30
1º I
20:30
2º E
20:30
3º E

21:15
1º J
21:15
2º F
21:15


22:00
1º K
22:00
2º G
22:00





sábado, 20 de abril de 2013

Integrantes do coral - Sto André - 20/04/2013





SELEÇÃO MEXICANA DE RUGBY VISITA ESCOLA PÚBLICA DE SÃO PAULO

SELEÇÃO MEXICANA DE RUGBY VISITA ESCOLA PÚBLICA DE SÃO PAULO

Equipe disputa neste sábado o Desafio Heineken, segunda partida contra o Brasil. Técnico e capitão da seleção brasileira, além do presidente da CBRu, Sami Arap, conversam com a imprensa nesta quinta-feira (18) no Outback Moema

17/04/2013 | Confederação Brasileira de Rugby.


A Seleção Mexicana de Rugby está no Brasil para a disputa do Desafio Heineken, série de amistosos contra a Seleção Brasileira, que termina neste sábado (20) em Santo André, mas aproveitou a passagem para fazer uma visita especial. A equipe esteve nesta quarta-feira (17) na Escola Estadual México, que fica localizada na Vila Joaniza, zona sul da capital paulista. Desde 2002, a instituição pública de ensino fundamental e médio foi adotada pelo consulado mexicano. Em todo o Estado há atualmente 24 escolas apadrinhadas por países da América Latina.

O professor Ulisses Zinneck, ressaltou que a visita da equipe de rugby mexicana é muito importante para a promoção do esporte na juventude. "Eu não conhecia o esporte, mas achei excelente a forma como foi apresentada. Os alunos, até mesmo os que não gostam de participar das aulas de educação física, começaram a se interessar e entraram também na brincadeira. É uma modalidade com muitos valores e o principal, preza a união da equipe", afirmou.

O capitão da seleção mexicana, Marcos Flegmann ficou surpreso com a reação positiva das crianças. "Para nós foi incrível vê-los participando. É muito bom podermos passar nossas experiências para as crianças que não conhecem o rugby. Todas participaram e se interessaram pelo jogo. Não estavam lá porque tinham que estar. Elas queriam fazer parte daquilo e foi muito legal nossa equipe poder ajudar", comentou.

A surpresa não foi só dos que participaram das atividades em quadra. Quem estava só observando do lado de fora também se encantou com a ação. "A Câmara Mexicana tem um objetivo social e ajuda a Escola México desde 2003. Eu tive o prazer de presenciar o desenvolvimento de um esporte em uma escola que nunca tinha ouvido falar do rugby. O México e o Brasil partilham do mesmo problema que é a não informação sobre o esporte. Aqui o forte é o futebol. Se as empresas mexicanas começarem a apoiar o rugby no Brasil, com certeza a Câmara Mexicana apoiará também. O rugby brasileiro terá todo o meu apoio para desenvolver o esporte na Escola México," afirmou Jan Claudius Knizek, representante da Câmara Mexicana em São Paulo.

Nesta terça-feira (16), os mexicanos foram derrotados por 50 a 14 na primeira partida do Desafio Heineken, disputado em São José dos Campos. A próximo jogo será realizado no sábado (20), às 16h, no Estádio Bruno José Daniel, em Santo André.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Educação pode ter R$ 4,5 bi a mais com repasse de royalties em 2013, diz relator


Educação pode ter R$ 4,5 bi a mais com repasse de royalties em 2013, diz relator
Nivaldo Souza - iG Último Segundo - 16/04/2013 - São Paulo, SP
A comissão especial responsável por debater a Medida Provisória 592/2012, que estabelece a aplicação de 100% dos royalties do petróleo em educação, votará nesta terça-feira (16) o relatório que será apresentado pelo deputado Carlos Zarattini (PT-SP). A principal novidade do documento será a inclusão dos contratos atuais de exploração de petróleo no novo sistema de repasse dos royalties. Caso a mudança seja aprovada até o meio do ano, educação pode receber um aporte adicional de R$ 4,5 bilhões no orçamento de 2013, antecipa o deputado ao iG.
Segundo Zarattini, os contratos atuais poderiam gerar um capital adicional total de R$ 9 bilhões à educação ao longo de 2013. Mas a nova Lei dos Royalties (12.734/12) não pode ser aplicada retroativamente, ou seja, sobre os royalties recolhidos no primeiro semestre. Por isso, o relator da MP 592 calcula que somente metade do montante possa reforçar o orçamento da educação entre julho e dezembro.
A projeção de Zarattini é de que os royalties somem R$ 32 bilhões em 2013 e R$ 64 bilhões em 2022 – a Agência Nacional de Petróleo (ANP) calcula R$ 31,2 bilhões e R$ 60,9 bilhões, respectivamente. “Com o que estamos propondo, do total arrecadado, R$ 19 bilhões seriam para educação em 2022”, afirma o parlamentar, com base nos recursos extras que os contratos atuais renderiam.
As empresas recolhem 10% do valor do petróleo na forma de royalties. Para avançar nos blocos do pré-sal, elas pagarão 15%. Embora os percentuais sejam fixos, o dinheiro que entra como royalties é variável. Isso porque acompanham o preço do petróleo no mercado mundial – quando o preço cai, a arrecadação diminui e vice-versa.
A fórmula de arrecadação se manteve mesmo com a derrubada dos vetos da presidenta Dilma Rousseff pelo Congresso em fevereiro. A estimativa do relator é de que a destinação dos recursos recebidos pela exploração do petróleo ao sistema educacional represente entre 1% e 1,5% do total obrigatório de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) definido para o setor pelo Plano Nacional de Educação (PNE) .
Segundo o deputado, a inclusão dos contratos atuais na Lei dos Royalties não gera incerteza jurídica na previsão de investimento das empresas – no texto original, a MP 592 vale para contratos firmados a partir de dezembro de 2012 e não para os anteriores. “Não haverá nenhuma insegurança jurídica porque estamos mexendo em recursos da União”, afirma, ressaltando que haverá manutenção dos percentuais que as empresas pagam pelo risco ambiental da exploração petrolífera, justificativa legal para a existência dos royalties.
Propostas do relator
O relator da MP 592 irá propor outras mudanças na nova lei dos royalties. Entre os pontos de destaque está a proposta de redefinição das linhas geográficas do mapa brasileiro. Após ouvir críticas de parlamentares de Estados cujas costas marítimas são estreitas - ou seja, com baixo potencial de geração de royalties -, Zarattini decidiu pedir que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reestude as linhas em até um ano após a aprovação do texto alterado da MP 592. A medida pode render mais dinheiro para Estados como Paraná e Piauí. “Há Estados muito prejudicados, com linhas (geográficas) muito estreitas que reclamaram”, diz.
O pagamento de royalties pela exploração do óleo de xisto betuminoso, extraído de rocha sedimentar, entrará no relatório. A proposta será apresentada à Câmara hoje. Zarattini argumenta que novas tecnologias desenvolvidas nos Estados Unidos para extrair o óleo substituto do petróleo devem acelerar a exploração do energético no Brasil nos próximos anos e, por isso, é preciso incluir o segmento na Lei dos Royalties.
O relator promete também “pequenas correções” no sistema de partilha. Zarattini não entra em detalhe de como serão as mudanças, mas adianta que vai sugerir melhorias no sistema que define 50% dos recursos do Fundo de Social do Pré-sal para compor parte dos 100% dos royalties para educação.
O fundo, criado pela lei 12.351 em 2010, é uma espécie de poupança que repassará os juros para a educação. Ele é abastecido com parte do valor pago pelas empresas para arrematar um bloco de petróleo em rodadas de licitação – o chamado bônus de assinatura.
O fundo é constituído também com parte dos royalties do pré-sal e bônus recebidos em blocos especiais pela União, além de receita do governo federal com a venda de óleo e gás. A cada ano, esse valor base pode crescer, ampliando os juros que irão para a educação.
Saúde busca fatia
Segundo Zarattini, foram apresentadas cerca de 30 emendas à MP 592. O relator promete aceitar algumas e recusar todas as que buscam vincular os royalties à saúde. Uma das emendas sugere a destinação de 50% dos tributos gerados pela exploração do petróleo para saúde e, os 50% restantes, para educação. “Vamos propor 100% para educação, o que inclui hospitais universitários, por exemplo. Há outros recursos embutidos (nos 100%) para a saúde”, afirma.
A disputa deve acirrar o debate na comissão especial da Câmara. Há uma parte da base e da oposição pressionando pela divisão da receita dos royalties. “A bancada da saúde é forte. A comissão está dividida, não há maioria (para nenhum lado)”, diz Zarattini.
A divisão pode ser observada na fala oficial do líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ). Ele afirma que ainda não definiu qual orientação a bancada peemedebista deve tomar, mas sinaliza que não deve dar aval imediato para a aprovação do relatório de Zarattini. “Vamos pedir vista do relatório. Precisamos ver o documento para entender bem o que ele propõe”, afirma.
Caso aprovadas hoje, as alterações na MP 592 devem ir à votação no plenário da Câmara antes de seguir para o Senado, onde também precisará receber aval em comissão especial e em plenário.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Estudantes já podem se inscrever no Programa Inglês sem Fronteiras



Mariana Tokarnia - Agência Brasil - 05/03/2013 - Brasília, DF
Os estudantes de graduação e pós-graduação interessados em estudar inglês podem se inscrever na plataforma de ensino online do Programa Inglês sem Fronteiras. Hoje (5), a plataforma na internet entrou no ar e, na própria página, é possível preencher um formulário. Ao todo, na primeira etapa do programa serão distribuídas 2 milhões de senhas de acesso.
As aulas são uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com o objetivo desenvolverem o nível de proficiência dos estudantes para ingressar no Programa Ciência sem Fronteiras.
Podem concorrer estudantes de universidades públicas e particulares que tenham alcançado no mínimo 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em alguma edição posterior a 2009. Assim o perfil do inscrito for comprovado pela Capes, eles receberão a senha para acesso ao curso. Alguns estudantes já têm senha, porque participaram da fase de testes do sistema.
O programa oferece diferentes tipos de apoio à aprendizagem do idioma inglês. O módulo online é elaborado pelo setor educacional da National Geographic Learning em parceria com a Cengage Learning.
O Inglês sem Fronteiras foi anunciado pelo ministro Aloizio Mercadante em dezembro do ano passado. O ministro disse que a ideia é ampliar a oferta do curso de inglês pela internet aos estudantes do ensino médio e, posteriormente, incluir alunos do ensino fundamental. De acordo com o MEC, a meta é distribuir cerca de 5 milhões de senhas.
Segundo o MEC, a Mastertest, empresa credenciada no Brasil pela Educational Testing Service (ETS), fará a aplicação de 500 mil testes para verificar o nível de inglês dos alunos das universidades brasileiras. No Brasil, existem 250 mil testes prontos. Eles aguardam a finalização do sistema de inscrição para serem aplicados.
A partir do diagnóstico do nível de conhecimento do idioma, feito pela Mastertest, os alunos que alcançarem melhor resultado podem ser selecionados para cursos presenciais. Para auxiliar nesta etapa, o MEC prevê a vinda de 200 professores americanos de várias regiões dos Estados Unidos. A expectativa é que, em um primeiro momento, 20 mil alunos sejam atendidos.
A barreira do idioma é um dos motivos pelos quais os estudantes preferem Portugal a outros países. Conforme dados divulgados no fim de 2012, Portugal é o principal destino dos estudantes brasileiros de graduação, bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras. Do total de 12.193 alunos incluídos no programa, praticamente 20 % optaram por cursar parte do ensino superior em uma instituição lusitana.